Carnaval....ódio quase mortal (parte 3)

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Nada como uma imagem pra dizer tudo...e essa traduz bem pra mim muitas coisas...este é o bloco da "lama", no estado do RJ...claro.

E até a tal da quarta-feira....a saga continuará!

Carnaval....ódio quase mortal (parte 2)

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Carnaval de monstros para tempos monstruosos...
E a saga continua. Ainda!

Por hoje, a imagem basta...

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Novos australianos

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Nasceram em Sidney, Austrália, há quatro semanas. São filhotres de suricato. Adorei a carinha deles...

Carnaval....ódio quase mortal

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Respeito as pessoas que gostam e que chegam a fazer tudo, quase tudo só pra entrar na "onda" do carnaval...
É uma "festa" chata, no meu ponto de vista, e que não acrescenta nada a ninguém.
Há outras maneiras de se divertir...


Mas cada um com suas maneiras, fazer o quê?

Quero mais é que essa chatice passe logo!

Momentos

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Nossa vida é feita de momentos: os bons e os ruins. Não podemos escapar dessa condição.
O que poderíamos fazer então diante dessa imposição que nos foi colocada?
Para os momentos ruins, filtrar aquilo que interessa com o objetivo de tirar dali alguma aprendizagem. Podemos sim aprender com as nossas dores. O que não pode acontecer é uma super valorização desses momentos. Que caiam, de alguma maneira no nosso esquecimento...
Para os momentos bons, esses sim, toda nossa ilusão. São momentos que se trabalhados duram, se fazem presentes, criam suas raízes dentro de nós.
Mas é preciso cultivá-los e não cercá-los com o muro dos nossos momentos ruins.
O ruim não pode ser maior nem mais forte que o bom.
Nossa vida é feita de momentos que podem ser fortes e durarem o tempo que quisermos. São as nossas rédeas e não dá pra deixar que o acaso decida tudo por nós.
Se não dermos aos nossos momentos a importância que devem ter, perderemos a ilusão da vida, a ilusão de novos momentos.

Observando-te

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Esta foto foi tirada na Vila da Glória, em SC, pelo meu amor...que segundo ele tinha a minha cara e que eu iria gostar.
Acertou, gostei bastante...obrigado!


O rio

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" Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através dos povoados, e vê à frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência.
Você apenas pode ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano. Mas tornar-se oceano. Por um lado é o desaparecimento e por outro é o renascimento. Assim somos nós. Só podemos ir em frente e arriscar. Avance...e se torne um oceano!"

 

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